Controle de poeira na mineração: umectação de via e NR-22
Controle de poeira na mineração pela NR-22: via úmida ou outro meio. Em 2026 a regra da pista ficou igual e mudou a prova, com medição da poeira respirável.
Equipe FX Minas Construtora · 23 de outubro de 2026 · 15 min de leitura

Controle de poeira na mineração começa pela pista: o item 22.7.5 da NR-22 manda manter úmidas as vias não pavimentadas ou usar outro meio que reduza a poeira. Isso não mudou em 2026. Mudou a prova: o novo Anexo V exige medir a poeira respirável por grupo de exposição, com limite de 0,05 mg/m³ para a sílica.
A nuvem vermelha que sobe atrás do caminhão é a parte que todo mundo vê, e é ela que o pipa resolve primeiro. A poeira que faz mal ao pulmão é outra, fina demais para o olho, e é essa que o laudo mede. Se você coordena segurança, contrata transporte de material ou dirige numa mina, este artigo mostra o que a norma pede na via, quanto rende cada controle e como provar que ele funciona. Ele faz parte do guia sobre a NR-22 na mineração.
O que a NR-22 exige para o controle de poeira na mineração?
Exige via não pavimentada úmida ou com outro controle de poeira, e exige que a pista entre no gerenciamento de riscos como fonte de exposição. As regras estão no capítulo de circulação e no Anexo V, sobre poeiras minerais.
| Item | O que exige | Onde aparece na pista |
|---|---|---|
| 22.7.5 | Vias de veículos não pavimentadas umidificadas, ou outro meio que minimize a poeira | Caminhão pipa, supressor, manutenção do piso |
| 22.7.1 | Plano de trânsito com distâncias mínimas e velocidades conforme a condição da pista | Velocidade menor em pista seca com poeira ou molhada demais |
| 22.25.5.1 | Trabalho e tráfego suspensos quando as condições atmosféricas impedem a visibilidade, mesmo com iluminação | Parada da frente |
| Anexo V, 3.1, "e" | Identificar as fontes geradoras de poeira | A via entra na caracterização como fonte |
| Anexo V, 5.4 | Pisos e locais de circulação de pessoas e equipamentos úmidos ou limpos | Praça de carga, pátio, acesso a pé |
| Anexo V, 5.5 | Posto de trabalho enclausurado quando possível, com renovação do ar | Cabine do caminhão e da máquina |
O item 5.1 do anexo amarra tudo à NR-1: as medidas seguem a ordem de prioridade da alínea "g" do item 1.4.1, que põe eliminar e reduzir o risco na fonte antes da proteção individual. Na via, isso significa pista tratada e cabine fechada antes do respirador. O guia de EPI na mineração cobre a escolha do respirador quando ele for necessário.
O que mudou em 2026 para quem molha a pista?
Na pista, quase nada. O item 22.7.5 manteve a redação de 2024, e as medidas do Anexo V repetem as do antigo capítulo 22.15, que a Portaria MTE 105 transformou em capítulo de calor. Mudou a forma de provar que a poeira está sob controle:
| Tema | Até janeiro de 2026 (capítulo 22.15) | Desde 2026 (Anexo V) |
|---|---|---|
| Água nos pontos de carga e transferência | Item 22.15.4 | Item 5.2, mesmo conteúdo |
| Pisos e superfícies úmidos ou limpos | Item 22.15.6 | Item 5.4, mesmo conteúdo |
| Posto enclausurado | Item 22.15.7 | Item 5.5, mesmo conteúdo |
| Avaliação | Monitoramento periódico por grupo de exposição, com número mínimo de amostrados | Caracterização em nove alíneas, perfil estatístico e conduta definida pelo resultado |
| Reavaliação | Periódica, sem prazo fixo | A cada 24 meses (item 4.4.1) |
| Limite da sílica | Fórmula do Anexo 12 da NR-15, pelo teor de quartzo | 0,05 mg/m³ na poeira respirável (item 8.4) |
| Jornada longa | Sem regra própria na NR-22 | Limite reduzido pelo fator de jornada (item 4.3) |
O caminhão pipa continua sendo a principal ferramenta, mas "a pista estava molhada" deixou de ser argumento: com limite fixo e regra estatística, quem decide se o controle basta é a medição.
Por que a poeira que você vê não é a que faz mal?
Porque a nuvem que sobe da pista é feita, na maior parte, de partículas grossas, que assentam logo. Segundo o NIOSH, o instituto de saúde ocupacional dos Estados Unidos, no máximo 20% da poeira levantada em via não pavimentada está na faixa respirável, a que chega aos alvéolos.
20%
A partícula respirável mede poucos micrômetros. Um fio de cabelo tem cerca de 70, pela referência da EPA, a agência ambiental americana, que lembra que parte das partículas de poeira se vê a olho nu e parte só aparece no microscópio eletrônico. É nessa fração invisível que está a sílica cristalina, causa da silicose, e é ela que o limite de 0,05 mg/m³ mede. Dá para enxergar cinco centésimos de miligrama espalhados num metro cúbico de ar? Não dá.
Na pista, isso tem duas consequências: a via que parece limpa pode estar acima do limite, e a nuvem densa da tarde pode estar dentro dele, se o material tiver pouco quartzo. Julgar a exposição pela nuvem é como estimar a carga do caminhão pelo tamanho da caçamba. Dá uma ideia, mas quem decide é a balança.
Quantas vezes o caminhão pipa precisa passar na pista?
A NR-22 não fixa um número. A frequência certa é a que mantém a pista úmida entre uma passada e outra, e ela muda com o sol, o vento, a umidade do ar, o tráfego e o material do piso. O NIOSH destaca tráfego, umidade e nebulosidade como os fatores que mais pesam.
Os números mais citados são antigos, mas mostram a ordem de grandeza. Em 1983, um estudo do Bureau of Mines dos Estados Unidos em minas de carvão a céu aberto mediu que molhar a via uma vez por hora controlava cerca de 40% das partículas em suspensão. Dobrar a taxa de aplicação levava o controle para perto de 55%. A água ajuda muito, mas sozinha não zera a poeira, e o efeito acaba quando ela evapora.
Uma dissertação de 2026 da Universidade Federal do Pará, em Tucuruí, também concluiu que a água sozinha tem baixa eficiência, e propõe trocar a aplicação empírica por ciclos de umectação calibrados em laboratório com o solo da via.
Na pista, a gente vê a mesma via pedir água em ritmos diferentes dentro do turno. Cedo, com a umidade da noite, o pipa folga. No fim da manhã, com sol e vento, o trecho molhado seca antes de o caminhão voltar carregado. Na sua operação, quem decide a próxima passada: o relógio ou a pista?
Pista molhada demais também é risco?
É, e dos mais subestimados. O excesso de água tira aderência do pneu e aumenta a distância de frenagem do caminhão. O boletim de segurança nº 94 do governo de Queensland, na Austrália, de 2010, registra que uma superfície de argila pode perder até 50% do coeficiente de atrito quando molhada.
O regulador de mineração de Nova Gales do Sul contou, entre janeiro de 2017 e fevereiro de 2018, 20 incidentes em que água na via levou à perda de controle de um veículo, quase um terço de todas as perdas de controle do período. O mesmo boletim lembra que a pista molhada é difícil de perceber no escuro e que o excesso costuma ser descoberto só depois da derrapagem.
A NR-22 deixa espaço para isso. O 22.7.5 aceita "outros meios" além da umidificação, e o item 5.2.2 do Anexo V admite outra técnica de controle quando a água acarretar riscos adicionais. As práticas que os dois reguladores recomendam:
- Molhar rampas e descidas em faixas ou em xadrez, deixando trilhas secas para a frenagem
- Usar pipa com aspersão em pulsos, controlada pelo operador, no lugar da barra aberta contínua
- Avaliar o material do piso: cascalho e brita seguram melhor a aderência molhados
- Treinar o operador do pipa e investigar o excesso de água em todo incidente de perda de controle
Pelo item 22.7.1, a velocidade permitida acompanha a condição da pista: a recém-molhada pede velocidade menor, como a seca com poeira.
Quando vale usar supressor de poeira no lugar da água?
Quando a água evapora rápido, quando ela falta ou quando a via é longa e estável o bastante para receber um tratamento que dure. Segundo o NIOSH, sais higroscópicos, surfactantes e películas de polímero estendem o efeito por semanas entre aplicações, enquanto a água dura horas.
| Opção | Como age | Eficiência e duração medidas |
|---|---|---|
| Água | Umedece e pesa os finos da superfície | Cerca de 40% de controle com uma passada por hora (Bureau of Mines, 1983) |
| Cloreto de cálcio e outros sais | Puxam a umidade do ar e mantêm o piso úmido | Até 82% duas semanas após a aplicação; abaixo de 20% depois da quinta semana (Bureau of Mines, 1983) |
| Lignossulfonatos, biopolímeros e polímeros | Colam os finos e formam uma película na superfície | Várias semanas entre aplicações (NIOSH) |
| Supressor em ensaio de laboratório | Aplicado sobre solo de via de mina | 73% a 86% menos emissão de PM10 que o solo sem tratamento (UFPA, 2026) |
O supressor tem limites: a eficiência cai com o tráfego e com o tempo, e o resultado varia com o material da base da pista. Pelo custo, ainda é pouco usado nas minas, segundo o regulador de Nova Gales do Sul. O que costuma mudar a conta é o período seco, quando a emissão aumenta, a água fica escassa e o supressor reduz o consumo da umectação, como mostra a dissertação da UFPA. Antes de escolher o produto, confirme com a área ambiental se ele é aceito na licença da operação.
O que mais reduz a poeira que chega ao motorista?
A distância entre caminhões e a cabine fechada, que reduzem a exposição de quem está na via qualquer que seja a poeira que a pista solta.
Quanto a distância entre caminhões ajuda?
Bastante. Um estudo do NIOSH com caminhões de transporte em mina mostrou que, quando o caminhão de trás roda a mais de 20 segundos do da frente, a poeira respirável que chega até ele cai de 41% a 52%. A nuvem precisa desse intervalo para se dispersar, e a uns 30 metros da via a concentração já se aproxima do nível do ambiente.
41 a 52%
O plano de trânsito já fixa a distância mínima entre veículos (22.7.1), e o intervalo da poeira pode entrar ali.
A cabine fechada protege mesmo?
Protege quando está fechada, vedada e com o ar tratado. A NR-22 exige cabine climatizada em toda máquina autopropelida acima de 4.500 kg (item 22.12.11), com prazo de três anos para máquinas novas e cinco para usadas, pelo artigo 9º da Portaria 105. O item 5.5 do Anexo V pede que o posto enclausurado permita trabalhar com o sistema fechado e tenha renovação periódica do ar. A norma internacional ISO 23875, de 2021, definiu requisitos de pressurização, partículas respiráveis e CO2 para a cabine de mineração. De que adianta a cabine climatizada se o ar-condicionado está quebrado e o caminhão roda de janela aberta?
Como provar que o controle de poeira funciona?
Medindo a poeira na zona respiratória de cada grupo de exposição similar, como manda o item 4.1 do Anexo V. Na via, esses grupos costumam reunir motoristas de caminhão, operadores do pipa e da motoniveladora e quem trabalha a pé, como os sinaleiros. A quantidade de medições define a regra de decisão:
- Com três a cinco medições, o perfil é a média simples. Se ela fica entre 10% e 50% do limite, as medidas entram no plano de ação do PGR quando necessário. Acima de 50%, ou com qualquer medição acima do limite, a empresa adota medidas ou faz pelo menos seis medições (item 4.2.1)
- Com seis ou mais, o perfil é o limite superior da média lognormal com 95% de confiança. Abaixo de 10% do limite, mantêm-se as condições; de 10% a 100%, as medidas são aprimoradas; acima, entram proteção respiratória, redução da exposição e aviso ao médico do PCMSO (item 4.2.2)
- Em jornada de 12 horas, o limite da sílica cai de 0,05 para cerca de 0,033 mg/m³, pelo fator de 8 dividido por 12 (item 4.3)
- A reavaliação é obrigatória a cada 24 meses (item 4.4.1), e os registros ficam disponíveis aos trabalhadores, ao sindicato e à Inspeção do Trabalho (item 7.2)
A norma não exige um registro diário da umectação, com horário e trecho molhado, mas ele ajuda a explicar a medição. Se o resultado de um grupo sair alto, onde você vai procurar a causa? Muitas vezes é ali que aparece o pipa parado duas horas na oficina.
A poeira da pista também conta para a licença ambiental?
Conta, por outra régua. A NR-22 protege quem trabalha na mina e mede a poeira respirável em miligramas por metro cúbico, ao longo da jornada. A qualidade do ar fora da mina segue a Resolução CONAMA 506, de 2024, que mede o material particulado PM10 em microgramas por metro cúbico, unidade mil vezes menor, na média de 24 horas. Desde janeiro de 2025, o padrão de PM10 em 24 horas é de 100 µg/m³, e ele cai para 75 em 2033.
A dissertação da UFPA liga a poeira de via à qualidade do ar, ao uso de água e à relação com as comunidades vizinhas. A pista que o pipa molha para proteger o motorista é a mesma que a comunidade enxerga do outro lado da cerca.
O que fazer com isso na sua operação?
Tratar a pista e medir quem trabalha nela, ao mesmo tempo. A regra da via não mudou em 2026; o que passa a ser cobrado é o número do laudo. Para começar:
- Incluir as vias como fonte geradora na caracterização do Anexo V, com os grupos de exposição que trabalham nelas
- Conferir se o laudo usa 0,05 mg/m³ na poeira respirável, com o ajuste da jornada
- Ajustar a frequência do pipa pelo clima e pelo tráfego do dia, e não por um horário fixo
- Molhar rampas em faixas e revisar no plano de trânsito a velocidade para pista molhada
- Testar um supressor nos trechos longos e estáveis, sobretudo no período seco
- Manter a cabine fechada, com ar-condicionado e vedação funcionando, e um intervalo de 20 segundos entre caminhões
Se você contrata transporte de material, peça na proposta como a contratada controla a poeira e mede a exposição da equipe dela. Se você é a contratada, chegue à integração com isso pronto. A pista é uma só, e a poeira também.
Onde a FX Minas entra?
A FX Minas Construtora faz a movimentação de solo e rocha em mineração dentro da mina do cliente, sob o PGR da contratante e com equipe própria de segurança do trabalho. A frota de apoio inclui caminhões pipa e motoniveladoras para manter a via, também disponíveis para locação de equipamentos.
Se a sua operação precisa de transporte de material com controle de poeira desde a mobilização, fale com a nossa equipe.
Fontes
- NR-22, Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração, redação da Portaria MTE 225/2024 (Ministério do Trabalho e Emprego): itens 22.7.1, 22.7.2, 22.7.5, 22.12.11, 22.25.5.1 e capítulo 22.15 na redação anterior a 2026, consultado em 22/10/2026.
- Portaria MTE nº 105, de 29 de janeiro de 2026 (texto integral, LegisWeb): Anexo V da NR-22, itens 3.1 a 7.2, e cronograma da cabine no art. 9º, DOU de 30/01/2026.
- Portaria MTE nº 261, de 12 de fevereiro de 2026 (MTE): limite de sílica cristalina e cristobalita no item 8.4 do Anexo V, DOU de 13/02/2026.
- NR-1, Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (MTE): ordem de prioridade das medidas de prevenção, item 1.4.1, alínea "g", consultado em 22/10/2026.
- NR-15, Anexo 12, Limites de tolerância para poeiras minerais (MTE): fórmula do limite de sílica pelo percentual de quartzo.
- Controlling Haulage Road Dust, Engineering Controls Database (NIOSH): fração respirável da poeira de via, distância entre caminhões (Reed e Organiscak, 2006) e tratamentos de superfície, revisado em 16/11/2018.
- Cost-Effectiveness of Dust Controls Used on Unpaved Haul Roads, vol. 1 (Rosbury e Zimmer, US Bureau of Mines): eficiência da água e dos supressores químicos em vias de transporte, publicado em 1983.
- Emissão de poeira em vias não pavimentadas na mineração: avaliação em laboratório e aspectos corporativos (Didoné, dissertação de mestrado, PPGINDE/UFPA): redução de PM10 com supressor e ciclos de umectação calibrados, aprovada em 03/02/2026.
- Mines Safety Bulletin nº 94, Excessive watering of haul roads (Resources Safety and Health Queensland): perda de atrito da argila molhada, publicado em 22/01/2010.
- Safety Bulletin SB18-09, Overwatering of roads leads to vehicle incidents (NSW Resources Regulator): incidentes de perda de controle por excesso de água e recomendações, publicado em maio de 2018.
- Particulate Matter (PM) Basics (EPA): tamanho das partículas comparado ao fio de cabelo, página atualizada em 18/09/2026.
- ISO 23875:2021, Mining, Air quality control systems for operator enclosures (ISO): requisitos de pressurização, partículas respiráveis e CO2 na cabine, publicada em 2021.
- Resolução CONAMA nº 506, de 5 de julho de 2024 (cópia do DOU, Prefeitura do Rio): padrões nacionais de qualidade do ar e cronograma das etapas, DOU de 09/07/2024.
Perguntas frequentes
A NR-22 obriga a molhar as estradas da mina?
Obriga a controlar a poeira delas. O item 22.7.5 manda manter umidificadas as vias de circulação de veículos não pavimentadas ou usar outros meios que minimizem a geração de poeira, como os supressores químicos. A empresa escolhe o método, e o resultado precisa aparecer na avaliação de exposição do Anexo V.
Quantas vezes por dia o caminhão pipa deve molhar a pista?
A NR-22 não fixa uma frequência. O intervalo depende do sol, do vento, da umidade do ar, do tráfego e do material da pista, e muda ao longo do mesmo turno. Um estudo do Bureau of Mines dos Estados Unidos, de 1983, mediu cerca de 40% de controle da poeira em suspensão com uma passada por hora, e perto de 55% com o dobro da taxa.
Molhar demais a pista da mina é perigoso?
É. O excesso de água tira aderência do pneu e aumenta a distância de frenagem, sobretudo em rampa e em piso de argila, que pode perder até metade do atrito quando molhado. Reguladores de mineração da Austrália recomendam molhar descidas em faixas ou em xadrez, deixando trilhas secas para frear.
Supressor de poeira substitui o caminhão pipa?
Reduz o trabalho dele. Sais como o cloreto de cálcio e os polímeros mantêm o efeito por semanas, enquanto a água evapora em horas, então o pipa passa menos vezes e a operação gasta menos água no período seco. O produto perde eficiência com o tráfego e com o tempo e precisa de reaplicação.
O que mudou na NR-22 em 2026 sobre poeira?
As medidas de controle ficaram praticamente iguais: água nos pontos de carga, pisos úmidos ou limpos e posto de trabalho fechado quando possível. Mudou a avaliação. O Anexo V, criado pela Portaria MTE 105, exige caracterização por grupo de exposição, tratamento estatístico das medições, reavaliação a cada 24 meses e limite de 0,05 mg/m³ para a sílica cristalina.
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